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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

FCG elabora Projeto Político Pedagógico para Música e Cidadania

O projeto social Música e Cidadania, desenvolvido pela Fundação Carlos Gomes(FCG) em sete pólos de atuação da grande Belém, terá até o final de fevereiro seu Projeto Político Pedagógico. Representantes dos sete pólos que integram o projeto, reúnem-se desde segunda-feira (01), na sala de musicalização do Instituto Carlos Gomes com a finalidade de montá-lo, antes do início das aulas, previsto para o mês de março.

Segundo a psicológa Lena Cristina, do núcleo psicossocial da Fundação Carlos Gomes a primeira preocupação da equipe foi de fazer um diagnóstico dos pólos, já que cada um funciona em uma instituição que tem suas especificidades. "Nesse primeiro momento estamos fazendo um diagnóstico e rascunhando o perfil de cada pólo, para posteriormente montar o Projeto Político Pedagógico. Para isso, nós chamamos os coordenadores e monitores de música dos pólos, assim como os nossos técnicos da equipe central que supervisionam o trabalho na ponta", descreve.

Lena Cristina explicou ainda que na segunda-feira(01), quando iniciou o processo de elaboração do projeto Político Pedagógico, os participantes puderam conhecer detalhadamente a estrutura organizacional da Fundação Carlos Gomes. "Eles puderam conhecer melhor a nossa estrutura e se sentirem como parte integrante desse corpo para trabalhar de forma articulada com os demais", explicou a psicóloga da FCG. Os encontros vão prosseguir até o final do mês de fevereiro, e se realizarão três vezes por semana, coordenadas pelo núcleo psicossocial, e coordenação do projeto, que tem como titular a socióloga Júlia Câmara.

"A fundação tem por missão difundir a educação musical como instrumento de socialização e inclusão social, e é com essa proposta que o projeto Música e Cidadania leva esse ensino para as crianças e adolescentes aos sete pólos de atuação”, relata Daniel Araújo, superintendente da Fundação Carlos Gomes, comentando o trabalho que é realizado nas instituições conveniadas para realização das ações do projeto.

Hoje o Projeto Música e Cidadania atende cerca de três mil pessoas, entre crianças, adolescentes e jovens adultos. O trabalho é desenvolvido em sete pólos de atuação (veja relação), e oferece o ensino musical usando-o como atrativo para a recuperação da autoestima e cidadania de grupos sociais excluídos.O projeto realiza diversas apresentações, fruto do trabalho desenvolvido nos pólos de atuação.

Serviço: Os pólos do Projeto Música e Cidadania estão realizando inscrições até o final do mês de fevereiro. A maioria dos pólos oferece aulas de violão, teclado, canto coral e flauta doce. Alguns têm ainda aulas de percussão. Outras informações podem ser obtidas nos próprios pólos(ver relação):

POLO I – Republica do Pequeno Vendedor
Endereço: Tv. Apinajes, 743 – Condor
FONE: 3272 – 2449 / 8144-0865 / 8144-0805
POLO II – Lions Club de Benevides
Endereço: Pass. Das Adália, S/N – Bairro das Flores
Coordenador(a): Tio Eli Tel.: 9977-2084 / 3226-3400
POLO III – Cidade de Emaús
Endereço: Rua da Yamada, 17 – Bengui
FONE: 3238-8333 / 3238-9294 / 9162-0019
POLO IV – Sociedade Beneficente Cristo Redentor
Endereço: Rua dos Comerciários, 108 - entre Mario Covas e Benjamim Uma - Coqueiro
FONE: 3237-0277 / 9983-8727 / 3234-5691
POLO V – Paróquia Nossa Senhora de Fátima
Endereço: Rua 08 de Maio, S/N – Icoaraci
FONE: 3227-0566 / 8147-6542
POLO VI – Associação Paraense das Pessoas com Deficiência – APPD
End: Av. Magalhães Barata, Vila Teta, 213 – São Brás - FONE: 3249-4849
POLO VII – Lar de Maria
End: Praça Floriano Peixoto, 33, CEP.: 66090290 – São Brás
FONE: 3236-1874 / 3246-2581

Fonte: Rosa Borges/Assessoria de Imprensa da FCG

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Livro de cartola revela bastidores do Mundial Interclubes

Em novembro de 2002, Fernando Carvalho era uma pilha de nervos, substituída por um alívio imediato e eterno. Quatro anos depois, em dezembro de 2006, ele conquistou como presidente do Inter o Mundial de Clubes, derrotando o Barcelona por 1 a 0. Essa trajetória é o recheio do livro "De Belém a Yokohama", escrito por Carvalho e Luis Agusto Fischer e lançado na noite de terça-feira, em Porto Alegre.

A publicação conta a identificação do dirigente com o clube e os bastidores de sua passagem na presidência. O título da publicação é uma referência ao jogo entre Paysandu e Inter, em Belém, quando Carvalho, em seu primeiro ano de mandato, suou frio com a possibilidade de ver o Colorado rebaixado. Após escapar da Segunda Divisão vieram as grandes conquistas em 2006, culminando no Mundial, em Yokohama.

Compareceram à sessão de autógrafos, realizada na livraria Saraiava do Shopping Praia de Belas, centenas de pessoas. Entre elas o técnico Tite, que comandou o time colorado entre 2008 e 2009. Carvalho se mostrou contente em poder relatar e fazer parte de momentos marcantes da história do clube.

"O livro que o leitor tem agora nas mãos carrega junto uma parte da vida dos colorados. Ao escrever essas lembranças e reflexões, o que me moveu foi a vontade de compartilhar uma fatia dessa história, que acompanhei de perto, que vivi intensamente, que trago no coração para sempre. Os colorados, que eu conheço de perto porque sou um deles, por certo vão gostar de conhecer detalhes, bastidores, algumas histórias nunca antes reveladas", comentou.

Fonte: Gazeta Press

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Belém sedia Fórum Internacional da Sociedade Civil

Entre os dias 28 e 30 de novembro próximos acontece, em Belém (PA), o Fórum Internacional da Sociedade Civil (FISC), evento de caráter mundial que tem, dentre outros objetivos, preparar a participação da sociedade civil na Conferência Internacional de Educação de Adultos (CONFINTEA VI) e articular os diferentes movimentos, redes e organizações da sociedade civil que vêm atuando pelo direito à Educação de Pessoas Jovens e Adultas (EPJA) no Pará.

Evento internacional mais importante no campo da EPJA, a CONFINTEA, que é coordenada pelo Instituto da UNESCO para a Educação ao Longo de Toda a Vida (Institute for Lifelong Learning, UIL), ocorre a cada 12 anos e terá sua sexta edição realizada em Belém, entre os dias 1 e 4 de dezembro. É a primeira vez que a Conferencia é celebrada num país do hemisfério sul.

As CONFINTEAs reúnem os Estados-membros da Unesco, especialmente representados por seus ministérios de educação, e busca tirar diretrizes internacionais para as políticas educativas no campo da EPJA. A sociedade civil organizada busca incidir nas diferentes etapas desse processo, com vistas a influir no documento final e nos compromissos assumidos pelos governos nesse espaço.

É nesse sentido que o Fórum Internacional de Sociedade Civil (FISC) surge como espaço aberto de encontro: pretende reunir e articular pessoas, entidades e movimentos da sociedade civil de diversos países para aprofundar a reflexão, o debate democrático de ideias, a formulação de propostas, a troca livre de experiências e a articulação para ações eficazes através da Educação de Pessoas Jovens e Adultas (EPJA).

Como espaço plural, não confessional, não governamental e não partidário aberto à diversidade de identidades e sujeitos presentes nas práticas de EPJA, propugna pelo respeito aos Direitos Humanos, pela prática de uma democracia participativa e por um modelo de desenvolvimento que seja sustentável em relação aos recursos naturais e na preservação da diversidade, por relações igualitárias, solidárias e pacíficas entre pessoas, etnias, gêneros e povos, condenando todas as formas de dominação assim como a sujeição de um ser humano pelo outro.

Fonte: Rosa Borges